segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Oi! Eu sô o FACIN! Vô ti dizê quencosô, oncotô e proncovô..

Entendeu o título do artigo? Então você já conhece o mineirês!

Se você ainda não conhece esse prático dialeto, eis a tradução: nesse artigo vamos lhe contar o que é e como surgiu o  FACIN, em que momento ele se encontra e quais são os próximos passos previstos para a sua construção. 

No ano de 2014 apresentamos, a partir desse artigo, uma proposta de uso de conceitos e práticas de Arquitetura Corporativa com o objetivo de apoiar as políticas gerais descritas na  Arquitetura ePing de Interoperabilidade, os conceitos definidos no governo eletrônico - eGov, bem como à Estratégia de Governança Digital - EGD brasileira, como forma de subsidiar as necessidades de interoperar sistemas, seus dados e processos organizacionais.

Desde então, essa proposta foi bastante discutida durante Fóruns e Oficinas, por diversos representantes da sociedade, evoluiu e foi batizado como FACIN – Framework de Arquitetura Corporativa para Interoperabilidade no Apoio à Governança

Possivelmente, você já deve ter lido alguns artigos aqui no Blog que fazem referência a este framework. Caso ainda não tenha feito, nos artigos de Marcus Vinicius da Costa, você verá detalhes sobre como os conceitos e práticas de Interoperabilidade, Gestão, Governança e Arquitetura Corporativa estão incorporados ao FACIN e como ele se alinha aos principais programas e diretrizes de governo. Outros artigos de Vanessa Nunes, Hadeliane Iendrike, Antonio Plais, Herbert Garcia e  Guttenberg Ferreira Passos, todos colaboradores na construção do FACIN, também fazem referência ao framework.

Recentemente, após a realização do IV Fórum de Governança, o FACIN foi incorporado como padrão de arquitetura corporativa (em estudo) na ePing e encontra-se no sítio http://www.participa.br/, aguardando por contribuições para os Modelos de Referência descritos para cada uma das nove Visões definidas para o Framework:

1. Governança, Riscos e Conformidades;
2. Estratégia;
3. Negócios;
4. Aplicações;
5. Dados;
6. Infraestrutura;
7. Segurança;
8. Programas e Projetos;
9. Sociedade.


Os Padrões, Aspectos Legais e Melhores Práticas são elencados nos Modelos de Referência e influenciam a construção das arquiteturas corporativas das organizações.

Para complementar o framework, estão previstos o detalhamento do Framework de Conteúdo, a construção do Método   de   Desenvolvimento   de   Arquiteturas e do Modelo de Governança    da    Arquitetura.

Seja na fase atual, por meio das contribuições aos Modelos de Conteúdo, quanto nas próximas fases, contamos com a sua colaboração!

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